{"id":11209,"date":"2021-11-22T23:42:05","date_gmt":"2021-11-22T23:42:05","guid":{"rendered":"https:\/\/tintafresca.net\/?p=11209"},"modified":"2021-11-22T23:54:30","modified_gmt":"2021-11-22T23:54:30","slug":"museu-joaquim-correia-recebe-residencia-artistica-da-bailarina-inesa-markava","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tintafresca.net\/index.php\/2021\/11\/22\/museu-joaquim-correia-recebe-residencia-artistica-da-bailarina-inesa-markava\/","title":{"rendered":"Museu Joaquim Correia recebe resid\u00eancia art\u00edstica da bailarina Inesa Markava"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_11211\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-11211\" class=\"wp-image-11211 size-full\" src=\"https:\/\/tintafresca.net\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/MG_Danca_Museu10.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"333\" srcset=\"https:\/\/tintafresca.net\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/MG_Danca_Museu10.jpg 500w, https:\/\/tintafresca.net\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/MG_Danca_Museu10-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><p id=\"caption-attachment-11211\" class=\"wp-caption-text\">Performance da bailarina Inesa Markava<\/p><\/div>\n<p>O Museu Joaquim Correia, na Marinha Grande, foi o local escolhido pela bailarina Inesa Markava para realizar a sua resid\u00eancia art\u00edstica, durante o m\u00eas de novembro, que culminar\u00e1 numa performance apresentada ao p\u00fablico, nos dias 3 e 4 de dezembro, no \u00e2mbito das comemora\u00e7\u00f5es do 24\u00ba anivers\u00e1rio do museu.<\/p>\n<p>A artista tem visitado e trabalhado no Museu Joaquim Correia, para desenvolver uma performance coreogr\u00e1fica, inspirando-se na exposi\u00e7\u00e3o de fotografia \u201cArb\u00f3rea\u201d, de Rute Violante, dedicada aos pinheiros serpentes da Mata Nacional de S. Pedro de Moel, na qual a core\u00f3grafa participa.<\/p>\n<p>O resultado da resid\u00eancia art\u00edstica ser\u00e1 apresentado no dia 3 de dezembro, pelas 10h00, em ante-estreia, para um grupo escolar, e no dia 4 de dezembro, pelas 17h00, para o p\u00fablico em geral, no \u00e2mbito da celebra\u00e7\u00e3o do 24\u00ba anivers\u00e1rio do Museu Joaquim Correia.<\/p>\n<p>O p\u00fablico ser\u00e1 convidado a mergulhar em imagens, atrav\u00e9s da linguagem n\u00e3o verbal do corpo em movimento e da m\u00fasica. A performance procura reimaginar os lugares e as mem\u00f3rias coletivas sobre uma das florestas plantadas mais antigas de Portugal.<\/p>\n<p>Como dan\u00e7am as \u00e1rvores? &#8220;Dan\u00e7as Infinitas&#8221; levam-nos numa valsa infinita pela nossa imagina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Inesa Markava nasceu em Minsk, na Bielorr\u00fassia, pa\u00eds com muitos lagos e florestas. Ainda muito jovem come\u00e7ou os estudos da dan\u00e7a e da m\u00fasica. Em 2002, ingressou na Universidade de Cultura e Artes, em Minsk, e durante 3 anos estudou teatro, arte, gest\u00e3o, m\u00fasica e organiza\u00e7\u00e3o de atividades art\u00edsticas.<\/p>\n<p>Em 2005, ganhou uma bolsa de interc\u00e2mbio com Portugal e veio trabalhar para a equipa de programa\u00e7\u00e3o cultural internacional na cidade de Leiria. Continuou os estudos em dan\u00e7a contempor\u00e2nea e cl\u00e1ssica na Escola de Dan\u00e7a Clara Le\u00e3o, e em 2006, come\u00e7ou a trabalhar na Sociedade Art\u00edstica Musical dos Pousos em projetos como o Jardim das Artes e o Ber\u00e7o das Artes. Em 2007, foi convidada para coreografar o projeto Concertos para Beb\u00e9s, com a dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Paulo Lameiro, que a levou a dan\u00e7ar em diversos palcos da Europa.<\/p>\n<p>Em 2010, terminou a licenciatura em Estudos Art\u00edsticos e iniciou o mestrado em Pol\u00edtica Cultural na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra com o tema Museus e Educa\u00e7\u00e3o pela Arte. No \u00e2mbito deste mestrado desenvolveu, em 2012, um projeto art\u00edstico com o Museu da Imagem em Movimento (MIMO), em Leiria, com o qual mant\u00e9m colabora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 2018, participou no Festival Abril Dan\u00e7a, em Coimbra e na Bienal Internacional de Arte de Cerveira.<\/p>\n<p>Seguiram-se novos projetos com os espa\u00e7os museol\u00f3gicos de Leiria e, em 2021, criou o projeto global Museus Imagin\u00e1rios, numa l\u00f3gica de media\u00e7\u00e3o art\u00edstico-cultural de conte\u00fados e patrim\u00f3nio atrav\u00e9s da linguagem da dan\u00e7a contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p>Em julho de 2021 concluiu o seu doutoramento em Arte Contempor\u00e2nea no Col\u00e9gio das Artes da Universidade de Coimbra, sobre o tema da permeabilidade da dan\u00e7a contempor\u00e2nea no contexto expositivo, com a tese intitulada Territ\u00f3rio entre. A dan\u00e7a no espa\u00e7o expositivo.<\/p>\n<p><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0Fonte: GCRP|CMMG<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Museu Joaquim Correia, na Marinha Grande, foi o local escolhido pela bailarina Inesa Markava para realizar a sua resid\u00eancia art\u00edstica, durante o m\u00eas de novembro, que culminar\u00e1 numa performance apresentada ao p\u00fablico, nos dias 3 e 4 de dezembro, no \u00e2mbito das comemora\u00e7\u00f5es do 24\u00ba anivers\u00e1rio do museu. 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