{"id":27730,"date":"2023-06-06T17:55:17","date_gmt":"2023-06-06T17:55:17","guid":{"rendered":"https:\/\/tintafresca.net\/?p=27730"},"modified":"2023-06-06T17:58:09","modified_gmt":"2023-06-06T17:58:09","slug":"alcanena-recebe-lancamento-de-serranos-campinos-e-bairroes-etnografia-e-falares-do-ribatejo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tintafresca.net\/index.php\/2023\/06\/06\/alcanena-recebe-lancamento-de-serranos-campinos-e-bairroes-etnografia-e-falares-do-ribatejo\/","title":{"rendered":"Alcanena recebe lan\u00e7amento do livro \u201cSerranos, Campinos e Bairr\u00f5es \u2013 Etnografia e Falares do Ribatejo\u201d"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_27732\" style=\"width: 401px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-27732\" class=\"wp-image-27732 size-full\" src=\"https:\/\/tintafresca.net\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Santarem_Serranos_campinos_Bairroes.png\" alt=\"\" width=\"391\" height=\"548\" srcset=\"https:\/\/tintafresca.net\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Santarem_Serranos_campinos_Bairroes.png 391w, https:\/\/tintafresca.net\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Santarem_Serranos_campinos_Bairroes-214x300.png 214w\" sizes=\"auto, (max-width: 391px) 100vw, 391px\" \/><p id=\"caption-attachment-27732\" class=\"wp-caption-text\">Capa do livro<\/p><\/div>\n<p>O lan\u00e7amento de \u201cSerranos, Campinos e Bairr\u00f5es \u2013 Etnografia e Falares do Ribatejo ter\u00e1 lugar no dia 18 de junho, domingo, \u00e0s 14h30, no Jardim da Biblioteca de Alcanena.<\/p>\n<p>A leitura deste livro evidenciar\u00e1 abundantes fundamentos que levaram Lu\u00eds Duarte Melo a biografar seu bisav\u00f4 Francisco Serra Fraz\u00e3o, a contextualizar os seus registos de v\u00e1rios Ribatejos em mudan\u00e7a, a transcrever alguns artigos de imprensa e a resgatar do cofre forte de Leite de Vasconcelos manuscritos in\u00e9ditos redigidos em Santar\u00e9m entre 1936 e 1940.<\/p>\n<p>Condi\u00e7\u00f5es materiais, l\u00edngua, cren\u00e7a, mito e sabedoria ancestral das comunidades da Serra, Lez\u00edria e Bairro ribatejano, s\u00e3o os elementos aqui revelados pela escrita elegante, viv\u00eancia imersiva e capacidade de observa\u00e7\u00e3o do autor, a par das suas reflex\u00f5es, causas, cr\u00edticas, desilus\u00f5es, tiradas de humor e paralelismos com outros locais onde a vida o levou (1).<\/p>\n<p>Uma visita ao quotidiano da alma ribatejana, por interm\u00e9dio da l\u00edngua portuguesa na boca do povo &#8211; um poderoso meio de mundivid\u00eancia e coes\u00e3o social, que Fraz\u00e3o promove a precioso reduto de voc\u00e1bulos e modos de dizer, por vezes crus, mas propositados e entendidos por toda a gente, que urgia fixar antes que passassem ao rol dos esquecidos.<\/p>\n<p>Oportunidade para melhor conhecermos um mundo desaparecido, por\u00e9m marcante para a nossa vida coletiva na atualidade.<\/p>\n<p>(1) Para al\u00e9m de v\u00e1rias localidades do Ribatejo e da Estremadura (Abr\u00e3, Alcanede, Alcanena, Alcaria, Alcoba\u00e7a, Alenquer, Almeirim, Almoster, Alpiar\u00e7a, Alvados, Batalha, Benavente, Caldas da Rainha, \u00c9vora de Alcoba\u00e7a, Fr\u00e1guas, Leiria, Lisboa, Nazar\u00e9, Porto de M\u00f3s, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Samora Correia, Santar\u00e9m, Serra de Santo Ant\u00f3nio, Torres Novas, Turquel, Valada, Vila Nova de Our\u00e9m), s\u00e3o recorrentes as refer\u00eancias aos A\u00e7ores e Angola.<\/p>\n<p><strong>SINOPSE<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Vida, Pensamento e Obra<\/strong><\/p>\n<p>Partindo do contexto de origem de Francisco Santos Serra Fraz\u00e3o, nascido em 1881, \u00e9 tra\u00e7ado o seu percurso de vida na Serra, no Bairro, na Lez\u00edria, Al\u00e9m-mar (A\u00e7ores e Angola), em Santar\u00e9m, de novo em Angola, e em Lisboa, onde faleceu em 1948.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m da narrativa sobre a sua multifacetada biografia pessoal e profissional, referencia-se a sua atividade como jornalista, publicista e investigador, resultado de pesquisa a fontes prim\u00e1rias em arquivos p\u00fablicos e privados, ancorada ainda em obras relevantes para efeitos de contextualiza\u00e7\u00e3o, bem como nalgumas fotografias coevas.<\/p>\n<p>Para anexo s\u00e3o remetidos alguns dos textos publicados por Serra Fraz\u00e3o na imprensa em v\u00e1rias fases da sua vida, a benef\u00edcio do conhecimento de aspetos como o estilo de escrita ou op\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas.<\/p>\n<p><strong>O Cofre de Leite<\/strong><\/p>\n<p>A enfase deste cap\u00edtulo \u00e9 colocada nas motiva\u00e7\u00f5es de Serra Fraz\u00e3o para persistir no estudo e reda\u00e7\u00e3o sobre o povo do Ribatejo, nomeadamente a intensa e prof\u00edcua colabora\u00e7\u00e3o que estabeleceu entre 1938 e 1940 com Jos\u00e9 Leite de Vasconcelos, inicialmente centrada no vocabul\u00e1rio da Serra de Santo Ant\u00f3nio, alargando-se depois a outros campos da Filologia e da Etnografia.<\/p>\n<p>II. MANEIRAS DE DIZER DOS SERRANOS<\/p>\n<p>Trata-se da II S\u00e9rie do Sucinto Vocabul\u00e1rio da Serra de Santo Ant\u00f3nio, trabalho in\u00e9dito, originalmente redigido em verbetes vocabulares, encabe\u00e7ados por uma entrada que, ao jeito de dicion\u00e1rio, nos familiarizam com a maneira de falar do povo da Serra de Santo Ant\u00f3nio no in\u00edcio do s\u00e9c. XX, constituindo, simultaneamente, um registo hist\u00f3rico inesperado da viv\u00eancia das popula\u00e7\u00f5es serranas nos mais variados aspetos do quotidiano.<\/p>\n<p>III. APONTAMENTOS SOBRE VOC\u00c1BULOS ANTIGOS<\/p>\n<p>Transcri\u00e7\u00e3o da introdu\u00e7\u00e3o e reflex\u00f5es em torno de cerca de 140 termos antigos, colhidos num dicion\u00e1rio redigido no s\u00e9c. XVIII, e que Serra Fraz\u00e3o identificou ainda em uso no Ribatejo.<\/p>\n<p>IV. APONTAMENTOS ETNOGR\u00c1FICOS \u2013 TRADI\u00c7\u00d5ES POPULARES<\/p>\n<p>Tratam-se de apontamentos etnogr\u00e1ficos de grande interesse para os estudiosos da cultura popular do Ribatejo, investigados e redigidos por Serra Fraz\u00e3o, ancorados na leitura de Tradi\u00e7\u00f5es Populares de Portugal, obra de refer\u00eancia de Leite de Vasconcelos redigida em 1882.<\/p>\n<p>Dado o carater relativamente fragment\u00e1rio deste trabalho, optei por organiz\u00e1-lo em cap\u00edtulos, tendo por refer\u00eancia a estrutura da mencionada obra de Leite de Vasconcelos: Astros, Atmosfera, \u00c1gua, Terra, Pedras, Lume e Luz, Animais, Aves, Aracn\u00eddeos, Insetos e Miri\u00e1podes, Cobras e Lagartos, Ad\u00e1gios, Adivinhas, Contos, Jogos, Rem\u00e9dios e Abegoarias.<\/p>\n<p>V. CI\u00caNCIA POPULAR<\/p>\n<p>Nesta parte, inclu\u00edmos notas sobre Ci\u00eancia Popular, explica\u00e7\u00f5es dadas pelo povo para alguns factos da natureza \u00e0 luz de algumas crendices que continuava a respeitar.<\/p>\n<p>VI. RIBATEJO IGNORADO<\/p>\n<p>Este cap\u00edtulo integra alguns textos de Serra Fraz\u00e3o dedicados \u00e0 freguesia de Minde.<\/p>\n<p>\u00c9 encabe\u00e7ado pela introdu\u00e7\u00e3o redigida para o Cal\u00e3o Mindrico, que n\u00e3o chegou a integrar a sua conhecida e pioneira colet\u00e2nea de 300 termos e frases, publicada na Revista Lusitana em 1939, n\u00e3o obstante o seu interesse para os estudiosos de Minde e da sua peculiar pia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Inclu\u00edmos ainda alguns textos de Minde na Hist\u00f3ria e na Lenda, publicados no Ribatejo Ilustrado entre 1934 e 1935.<\/p>\n<p>VII. MANEIRAS DE DIZER NA BORDA D\u00b4\u00c1GUA<\/p>\n<p>Trata-se de uma cole\u00e7\u00e3o de 55 termos da linguagem popular utilizada na zona da lez\u00edria ribatejana, de ambas as margens do Tejo, com enf\u00e2se na viv\u00eancia e faina da popula\u00e7\u00e3o rural.<\/p>\n<p>VIII. NOMES PR\u00d3PRIOS E MANEIRA COMO OS ALDE\u00d5ES DO RIBATEJO OS PRONUNCIAM<\/p>\n<p>Neste trabalho, Serra Fraz\u00e3o lista um conjunto de nomes pr\u00f3prios, a maneira como os alde\u00f5es do Ribatejo os pronunciavam, adiantando poss\u00edveis crit\u00e9rios e fundamentos para as respetivas adultera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>IX. COMPARA\u00c7\u00d5ES E IMAGENS POPULARES<\/p>\n<p>Este texto \u00e9 fundamentado pelo autor pela riqueza da linguagem do povo das aldeias do Ribatejo quanto a compara\u00e7\u00f5es e semelhan\u00e7as, algumas delas com tanta gra\u00e7a e originalidade, que n\u00e3o resistiu a registar algumas das mais usualmente pronunciadas, para que o assunto pudesse ser estudado pelos fil\u00f3logos.<\/p>\n<p>X. CR\u00d3NICAS DA BORDA D\u00b4\u00c1GUA<\/p>\n<p>Trata-se de uma cole\u00e7\u00e3o de 31 cr\u00f3nicas sobre a etnografia da regi\u00e3o da lez\u00edria ribatejana, publicadas no jornal Primeiro de Janeiro entre 1939 e 1941. \u00c9 ainda inclu\u00edda a comunica\u00e7\u00e3o que intitulou O homem, a sua fala e a sua morada, apresentada ao II Congresso Ribatejano em 1947.<\/p>\n<p><strong>AUTORIA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Francisco Serra Fraz\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Nasceu em 1881 na Serra de Santo Ant\u00f3nio, atual concelho de Alcanena, tendo vivido em v\u00e1rias localidades da Serra, do Bairro e da Lez\u00edria ribatejana, al\u00e9m-mar nos A\u00e7ores e Angola, mais tarde em Santar\u00e9m e Lisboa, onde faleceu em 1948. Igualmente heterog\u00e9neo foi o seu percurso profissional e c\u00edvico: professor, jornalista, publicista, administrador colonial, solicitador, autarca, empres\u00e1rio e investigador. Vivenciou din\u00e2micas marcantes do tempo, como a aprendizagem em contexto eclesi\u00e1stico, o abandono do Semin\u00e1rio, o republicanismo, a expans\u00e3o da imprensa, a dissemina\u00e7\u00e3o da rede escolar no pa\u00eds, a descentraliza\u00e7\u00e3o administrativa das col\u00f3nias ou o regime do Estado Novo, de que foi opositor.<\/p>\n<p>Acima de tudo, Serra Fraz\u00e3o foi um fino observador da realidade e um cultivador das letras ao longo de toda a vida, tendo escrito intensamente na imprensa e produzido vasta obra liter\u00e1ria, particularmente sobre temas sociais, monografia regional, etnografia e filologia, da qual s\u00f3 uma parte foi publicada.<\/p>\n<p><strong>Lu\u00eds Duarte Melo<\/strong> (Coautor: biografia do autor, introdu\u00e7\u00e3o, transcri\u00e7\u00e3o, notas e edi\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>Nasceu em Santar\u00e9m em 1963. Licenciado em Engenharia Agr\u00edcola, P\u00f3s-Licenciado em Economia Europeia e Master in Business Administration, tem dedicado a sua vida profissional \u00e0 gest\u00e3o de empresas. Desde h\u00e1 muito que investiga, redige e publica monografias relativas \u00e0 sua regi\u00e3o de origem &#8211; o Bairro ribatejano -, sendo co-autor da Nova Monografia de Alcanede e autor de Santa Casa da Miseric\u00f3rdia de Alcanede &#8211; Mem\u00f3ria e Identidade, A. Montez &#8211; Um Percurso Secular e Cr\u00f3nica da Igreja de Alcanede. \u00c9 membro do Centro de Investiga\u00e7\u00e3o Professor Doutor Joaquim Ver\u00edssimo Serr\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>CONTRIBUTOS<\/strong><\/p>\n<p>Pref\u00e1cio: Ivo Castro (2)<\/p>\n<p>Notas Introdut\u00f3rias: Marlene Carvalho (3), Jorge Vala (4), , Nuno Domingos (5), Aur\u00e9lio Lopes (6), Ant\u00f3nio Val\u00e9rio Maduro (7), Maria Odete Duarte Lopes de Melo e Maria Ivone Duarte Carrolo.<\/p>\n<p>Capa: Vasco Cordovil.<\/p>\n<p>APOIOS \u00c0 EDI\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>C\u00e2maras Municipais de Alcanena, Porto de M\u00f3s, Santar\u00e9m e Benavente<\/p>\n<p>SESS\u00d5ES DE LAN\u00c7AMENTO<\/p>\n<p>J\u00e1 confirmadas as seguintes sess\u00f5es de lan\u00e7amento:<\/p>\n<ul>\n<li>Alcanena: 18 de junho, 14,30 h, no Jardim da Biblioteca Municipal, no contexto do FALA \u2013 Festival Liter\u00e1rio de Alcanena.<\/li>\n<li>Santar\u00e9m: 21 de junho, 18,00 h, na Sala de Leitura Bernardo Santareno.<\/li>\n<\/ul>\n<p>(2) Professor Em\u00e9rito da Universidade de Lisboa, destacando-se como linguista e como investigador reconhecido internacionalmente nas \u00e1reas da Hist\u00f3ria da L\u00edngua e da Cr\u00edtica Textual. Com uma obra publicada superior a uma centena de volumes, desempenhou um papel proeminente na cria\u00e7\u00e3o do Departamento de Lingu\u00edstica Geral e Rom\u00e2nica e da \u00c1rea de Ci\u00eancias da Linguagem da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, sendo figura de refer\u00eancia do seu Centro de Lingu\u00edstica e da investiga\u00e7\u00e3o em Humanidades. \u00c9 um profundo conhecedor da obra de Leite de Vasconcelos.<\/p>\n<p>(3) Vereadora da Cultura da C\u00e2mara Municipal de Alcanena.<\/p>\n<p>(4) Presidente da C\u00e2mara de Porto de M\u00f3s.<\/p>\n<p>(5) Vereador da Cultura da C\u00e2mara Municipal de Santar\u00e9m.<\/p>\n<p>(6) Licenciado em Antropologia Social, Mestre em Sociologia da Educa\u00e7\u00e3o, Doutorado em Antropologia Cultural pelo ISCSP-UTL. Investigador do Instituto de Estudos de Literatura e Tradi\u00e7\u00e3o da FCSH-UN (C\u00e1tedra UNESCO). Professor do Ensino Superior e Coordenador do F\u00f3rum Ribatejo, com v\u00e1rias obras publicadas. Tem-se debru\u00e7ado sobre a cultura tradicional, em especial \u00e0 Antropologia do Sagrado e \u00e0s suas representa\u00e7\u00f5es simb\u00f3licas e festivas, pr\u00e1ticas tradicionais culturais e cultuais.<\/p>\n<p>(7) Doutorado pela Universidade de Coimbra, \u00e9 professor no ISMAI e investigador principal no Centro de Estudos de Desenvolvimento do Turismo (ISMAI), do Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento (UTAD) e do Centro de Hist\u00f3ria da Sociedade e da Cultura (U. Coimbra). A sua investiga\u00e7\u00e3o centra-se na tem\u00e1tica da Hist\u00f3ria Rural e do Patrim\u00f3nio e Turismo Industrial. Escreveu dez livros e tem diversos artigos cient\u00edficos publicados. \u00c9 membro da Comiss\u00e3o Instaladora do Museu do Vinho de Alcoba\u00e7a.<\/p>\n<p>Est\u00e3o ainda previstas sess\u00f5es de lan\u00e7amento em Porto de M\u00f3s, Benavente e Rio Maior, segundo programa a anunciar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O lan\u00e7amento de \u201cSerranos, Campinos e Bairr\u00f5es \u2013 Etnografia e Falares do Ribatejo ter\u00e1 lugar no dia 18 de junho, domingo, \u00e0s 14h30, no Jardim da Biblioteca de Alcanena. 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