{"id":9279,"date":"2021-09-25T12:16:38","date_gmt":"2021-09-25T12:16:38","guid":{"rendered":"https:\/\/tintafresca.net\/?p=9279"},"modified":"2021-09-25T12:29:12","modified_gmt":"2021-09-25T12:29:12","slug":"artemrede-pede-politica-integrada-e-financiamento-estavel-que-permita-sustentabilidade-do-setor-cultural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tintafresca.net\/index.php\/2021\/09\/25\/artemrede-pede-politica-integrada-e-financiamento-estavel-que-permita-sustentabilidade-do-setor-cultural\/","title":{"rendered":"Artemrede pede pol\u00edtica integrada e financiamento est\u00e1vel que permita sustentabilidade do setor cultural"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_9281\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-9281\" class=\"wp-image-9281\" src=\"https:\/\/tintafresca.net\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Pombal_Manobras_Marta_Martins.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"412\" srcset=\"https:\/\/tintafresca.net\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Pombal_Manobras_Marta_Martins.jpg 410w, https:\/\/tintafresca.net\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Pombal_Manobras_Marta_Martins-218x300.jpg 218w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-9281\" class=\"wp-caption-text\">Marta Martins, diretora-executiva da Artemrede<\/p><\/div>\n<p>A Artemrede revelou as conclus\u00f5es do seu F\u00f3rum Pol\u00edtico, que teve lugar digitalmente no passado m\u00eas de Junho. O documento agora conhecido sublinha v\u00e1rios desafios para os autarcas que iniciam o seu mandato, e est\u00e1 dispon\u00edvel publicamente.<\/p>\n<p>A associa\u00e7\u00e3o, que agrega 17 munic\u00edpios, sublinha que &#8220;a\u00a0participa\u00e7\u00e3o de dezenas de agentes culturais, discutindo quest\u00f5es sobre sustentabilidade, coes\u00e3o e desenvolvimento, deixa a Artemrede segura de que a cultura \u00e9 fundamental na constru\u00e7\u00e3o de sociedades democr\u00e1ticas e resilientes. Os executivos aut\u00e1rquicos que agora iniciam o seu trabalho t\u00eam uma responsabilidade clara na afirma\u00e7\u00e3o e concretiza\u00e7\u00e3o deste objetivo, que devem assumir como verdadeiro desafio estrat\u00e9gico da sua a\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia dos projectos participativos, o envolvimento das popula\u00e7\u00f5es na defini\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas culturais ou a\u00a0reivindica\u00e7\u00e3o por pol\u00edticas e programas mais territorializadas s\u00e3o ideias fortes que foram discutidas por dezenas de profissionais na iniciativa.\u00a0&#8220;Os governos locais est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o privilegiada para colocar o \u2018cuidado\u2019 no centro das decis\u00f5es pol\u00edticas e promover uma responsabilidade partilhada por todas e todos&#8221;, pode ler-se no documento conclusivo.<\/p>\n<p>O documento, intitulado por\u00a0&#8220;O Lugar da Cultura nos Desafios das Cidades&#8221;, d\u00e1 conta das principais ideias discutidas nos diversos pain\u00e9is, relevando as posi\u00e7\u00f5es dos intervenientes. &#8220;O\u00a0debate final, que reuniu autarcas e respons\u00e1veis pol\u00edticos de diversas entidades,\u00a0abordou temas como a cultura nos instrumentos de financiamento, a territorializa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas e dos programas e a resili\u00eancia do tecido cultural. No que respeita ao Portugal 2030, desejou-se que continue a apoiar as a\u00e7\u00f5es imateriais e a cria\u00e7\u00e3o de redes entre munic\u00edpios com escalas e caracter\u00edsticas diferentes, que se t\u00eam materializado em projetos que t\u00eam deixado lastro nos territ\u00f3rios. Foram dados alertas por parte dos autarcas presentes que, por vezes, a disponibiliza\u00e7\u00e3o de verbas dos fundos comunit\u00e1rios n\u00e3o chega \u00e0s autarquias locais e \u00e0s pol\u00edticas de proximidade.<\/p>\n<p>A reivindica\u00e7\u00e3o por pol\u00edticas e programas mais territorializados fez parte do discurso dominante, com os autarcas a lamentar a excessiva centraliza\u00e7\u00e3o dos recursos do PRR dedicados \u00e0 interven\u00e7\u00e3o no patrim\u00f3nio. A pr\u00f3pria gest\u00e3o dos fundos beneficiaria da partilha entre os organismos centrais ou desconcentrados do Estado e as autarquias, que melhor conhecem o territ\u00f3rio, as suas necessidades e os seus agentes. Uma melhor coopera\u00e7\u00e3o entre os diversos n\u00edveis de poder, nacional e municipal, para responder \u00e0s quest\u00f5es da cultura, com compet\u00eancias definidas, foi outro dos pontos defendidos.<\/p>\n<p>A resili\u00eancia do tecido cultural foi uma das preocupa\u00e7\u00f5es mais presentes, nomeadamente atrav\u00e9s de uma pol\u00edtica integrada e de um financiamento est\u00e1vel que permita a sustentabilidade e o crescimento do setor cultural&#8221;.<\/p>\n<p>IMPULSO \u2013 4.\u00ba F\u00f3rum Pol\u00edtico da Artemrede \u2013 realizou-se de 7 a 11 de junho com um programa online \u2013 no Facebook e no YouTube da Artemrede &#8211; constitu\u00eddo por dez eventos que contaram\u00a0com a participa\u00e7\u00e3o de dezenas de profissionais da cultura, investigadores, artistas, autarcas e agentes de desenvolvimento local, portugueses e estrangeiros.<\/p>\n<p>Aceitaram o desafio personalidades como Catarina Vaz Pinto, Emilia Saiz, Jordi Pascual, Victor Hugo Pontes, Fran\u00e7ois Matarasso, Madalena Victorino, Hugo Cruz, Am\u00e9rico Rodrigues, Manuel Gama, Lu\u00eds Sousa Ferreira, entre outros.<\/p>\n<p>Com o objetivo de construir um contributo real para o debate sobre pol\u00edticas culturais locais, estes contributos responderam\u00a0a cinco desafios centrais das cidades, nos quais a cultura pode e deve ter um papel fundamental: territ\u00f3rio, democracia, sustentabilidade, coopera\u00e7\u00e3o e desenvolvimento.<\/p>\n<p>Fonte: Artemrede<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Artemrede revelou as conclus\u00f5es do seu F\u00f3rum Pol\u00edtico, que teve lugar digitalmente no passado m\u00eas de Junho. 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