Edição: 247

Diretor: Mário Lopes

Data: 2021/6/16

Investimento global de 200 mil euros

Futuro Parque Ambiental de Aveiras de Baixo inaugurado no Dia Mundial do Ambiente

Pormenor da obra de Valorização do Ribeiro de Aveiras, em Aveiras de Baixo

Este sábado, dia 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente, foi inaugurada a obra de Valorização do Ribeiro de Aveiras, em Aveiras de Baixo. A intervenção, recentemente concluída, teve início em outubro de 2020 e é cofinanciada pelo Fundo Ambiental.

O ribeiro atravessa os terrenos dos antigos viveiros do ICNF, em Aveiras de Baixo, onde a autarquia visa criar o futuro Parque Biológico e Ambiental de Azambuja. Na empreitada foram utilizadas várias técnicas de engenharia natural, fazendo um controlo das espécies invasoras. Assim, foi executado o corte da vegetação invasora – como as canas, e foi reforçada a plantação de espécies autóctones (nativas) do ecossistema desta região. Numa última fase, foram efetuadas a modelação das margens da ribeira, a criação de um anfiteatro e a concretização do caminho ao longo da ribeira no Parque Ambiental. Com todo este projeto, Azambuja terá, também, o primeiro Laboratório de Rio funcional na zona sul do país, onde poderá ser observada a intervenção realizada e as diversas técnicas utilizadas.

De referir que esta obra representa um investimento global de 200 mil euros, dos quais a Câmara Municipal conseguiu um financiamento de 170 mil euros, no âmbito da candidatura aprovada pelo Fundo Ambiental enquadrada no objetivo “Adaptar o território às alterações climáticas – concretizar o P3AC”. A concretização desta “Valorização e Adaptação do Ribeiro de Aveiras às Alterações Climáticas” tornou toda a área envolvente à intervenção mais resiliente e preparada para os riscos associados a fenómenos de cheias e de inundações, bem como recuperou o corredor ribeirinho ao longo da linha de água, fomentando a criação de refúgios e corredores ecológicos para espécies vulneráveis.

No currículo desta obra do Município de Azambuja, constam a empresa Floponor, ligada às áreas do ambiente e da floresta, que executou a empreitada, e também a empresa Engenho e Rio, que é responsável pela elaboração do projeto e especializada em reabilitação fluvial com recurso a “engenharia natural”.

    Fonte: DCI|CMA

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