Edição: 248

Diretor: Mário Lopes

Data: 2021/7/29

Em colaboração com a Escola Nacional de Saúde Pública

Torres Vedras apresenta Plano de Desenvolvimento em Saúde e Qualidade de Vida

Apresentação do Plano de Desenvolvimento em Saúde e Qualidade de Vida

O concelho de Torres Vedras conta agora com um Plano de Desenvolvimento em Saúde e Qualidade de Vida. Este documento estratégico resulta da colaboração entre a Câmara Municipal de Torres Vedras e a Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa e foi apresentado esta segunda-feira, 19 de julho, no Auditório do Edifício dos Paços do Concelho.

“Naquilo que é a aceção de saúde da OMS [Organização Mundial de Saúde], o que fazem as autarquias em qualquer circunstância é trabalhar em função da saúde dos seus concidadãos”, sublinhou a presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Laura Rodrigues.

Recordando a aposta na criação do Cluster de Saúde, o protocolo celebrado com o Instituto Politécnico de Leiria para a criação de um polo da Escola Superior de Saúde e o futuro Torres Vedras Health Park for Multidisciplinary Care, Laura Rodrigues destacou que atrair a produção de conhecimento tem sido uma preocupação da autarquia.

Adalberto Campos Fernandes, um dos coordenadores do plano e antigo ministro da Saúde, frisou o papel do falecido presidente da Câmara Municipal, Carlos Bernardes, recordando que “foi com ele que estas conversas começaram. Era um homem que vibrava com a região e com o futuro da sua Cidade.”

A coordenação do Plano de Desenvolvimento em Saúde e Qualidade de Vida no concelho de Torres Vedras também esteve a cargo de Paulo Sousa que, no momento de apresentação do documento, explicou que foi traçado um perfil de saúde do território, analisando as necessidades e os determinantes de saúde e bem-estar da população.

“O trabalho que aqui hoje se apresenta é um passo muito importante para que possamos construir a nossa estratégia municipal de saúde” referiu a vereadora do Desenvolvimento Social da Câmara Municipal. Ana Umbelino apontou que a adesão do Município à Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, em 2008, levou a uma mudança na forma de encarar as políticas de saúde, passando a analisar-se o impacto de decisões em áreas múltiplas, como a habitação, a mobilidade, o ordenamento do território e a cultura na saúde das pessoas e das comunidades.

    Fonte: GCM|CMTV

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