Edição: 258

Diretor: Mário Lopes

Data: 2022/5/19

Obras estão a decorrer

Queda de árvores no Parque Verde de Alcobaça interdita passadiço e obriga a reparações

Queda de árvore no passadiço do Parque Verde

A queda de árvores no Parque Verde da Cidade de Alcobaça, devido aos fortes ventos que se fizeram sentir em meados de abril, motivou a interdição do passadiço do parque, por questões de segurança. Paulo Mateus, vereador da Proteção Civil do Município de Alcobaça, esclareceu que os trabalhos de reparação já estão a ser efetuados, devendo estar concluídos na próxima semana. O Tinta Fresca questionou também o vereador sobre a interdição do miradouro do Parque Verde que aguarda obras há quase dois anos, tendo este garantido que os trabalhos já estão adjudicados e terão início em breve.

Paulo Mateus adiantou que “o município contratou um arborista para fazer um levantamento das árvores que apresentavam risco de queda de forma a minimizar o risco de queda de árvores, especialmente os choupos, que são árvores que sob ação de ventos fortes podem cair com alguma facilidade”.

O responsável da Proteção Civil avançou que “o município fez este trabalho preventivo, mas infelizmente ainda caíram duas árvores aquando do vento forte que se fez sentir há duas semanas atrás”, garantindo que “o passadiço está a ser reparado  e no decorrer da próxima semana estará concluído”. O vereador salientou também que no âmbito do “abate de 22 choupos em risco de queda, foram posteriormente plantadas 50 árvores na sua maioria autóctones”.

Questionado sobre a demora na reparação do miradouro do Parque Verde, que se encontra interdito ao público há cerca de dois anos, Paulo Mateus, adiantou que “o Miradouro foi construído fora do âmbito da empreitada do Parque Verde. A reparação do miradouro já foi adjudicada à empresa desde outubro de 2021 mas, devido aos constrangimentos do COVID-19, esta não conseguiu proceder às reparações”, que “serão efetuadas depois de terminarem outros trabalhos”.

Paulo Mateus explicou que “os danos do Miradouro foram resultantes de escorregamento da margem do rio pelo que não se enquadram na garantia” e que “devido aos constrangimentos da pandemia COVID19, o empreiteiro ainda não pode efetuar a obra. O vereador admite que “o município tem pressionado para procederem à reparação mas a justificação foi a falta de funcionários devido à pandemia”. No entanto, assegura que “a empresa Toscca vai reparar logo que termine uma obra que tem em curso”.

   Mónica Alexandre

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