Edição: 267

Diretor: Mário Lopes

Data: 2023/2/3

Sábado, de 7 de janeiro

Azambuja assinala o centenário do “Mestre” Sebastião Mateus Arenque

Cartaz

Azambuja vai assinalar o centenário do nascimento do etnógrafo popular Sebastião Mateus Arenque com um conjunto de atividades ligadas ao folclore, ao fado e ao Ribatejo presentes na sua obra. O evento terá lugar no sábado, 7 de janeiro de 2023, dia em que “Mestre Sebastião” completaria 100 anos de vida. Trata-se de uma organização do Grupo Tradicional “Os Casaleiros” de Casais dos Britos, à qual se associam a Câmara Municipal de Azambuja e a Junta de Freguesia de Azambuja.

A iniciativa terá início às 11h00, com a romagem ao Cemitério Novo de Azambuja, onde será colocada uma placa de homenagem evocativa desta efeméride. De seguida, será feita a receção aos participantes e convidados, no Páteo do Valverde, onde decorrerá uma visita guiada ao Museu Municipal de Azambuja, que tem como patrono precisamente o homenageado – Sebastião Mateus Arenque. A manhã terminará com a realização de um almoço convívio.

Quando forem 15h30, terá lugar uma mostra de fandango, que contará com a participação dos grupos convidados, o Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos de Azambuja, o Rancho Folclórico do Bairro, Graínho e Fontainhas (Santarém), o Rancho Folclórico Danças e Cantares de Vale do Paraíso (Azambuja), o Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de Pontével (Cartaxo), o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Aveiras de Cima (Azambuja) e o Rancho Folclórico de Vila Nova do Coito (Almoster-Santarém). Por último, terá lugar a atuação do Grupo Tradicional “Os Casaleiros” de Casais dos Britos, grupo fundado por Sebastião Mateus Arenque.

A fechar a tarde, será a vez de um momento de fado, muito especial, em que serão interpretadas diversas letras escritas pelo “Mestre Sebastião”, cantadas por fadistas de Azambuja, como a sua própria neta – Sónia Gomes, mas também pelas vozes de Xico Pimenta, Fernanda Santos, Jorge Alberto, Pedro Silva e Nuno Almeida, acompanhados por Nuno Ezequiel, à guitarra, e por Alberto Corga, à viola.

      Fonte: TC|DCI|CMA

 

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