Edição: 281

Diretor: Mário Lopes

Data: 2024/4/22

Marinha Grande

PCP manifesta solidariedade aos trabalhadores da empresa Crisal

Ação de informação e propaganda do PCP na Crisal

No dia 4 de abril, a organização do PCP no distrito de Leiria, realizou uma ação de apoio e esclarecimento junto dos trabalhadores da empresa vidreira Crisal, na Zona Industrial da Marinha Grande. A iniciativa inseriu-se na ação nacional do PCP “Mais força aos trabalhadores” que marcou presença em cerca de meia centena de empresas e locais de trabalho por todo o país.

Com a participação de Vasco Cardoso, da Comissão Política do Comité Central do PCP, afirmou-se que são os trabalhadores quem produz a riqueza e que isso precisa ser refletido na valorização dos salários, na erradicação da precariedade e na garantia dos direitos laborais.

O PCP recorda que “foi com a luta, designadamente com a concentração à porta da empresa a 9 de fevereiro – Dia Nacional de Indignação, Protesto e Luta organização pela CGTP-IN -, que os trabalhadores da Crisal conquistaram o aumento salarial de €90. Aumento que sendo insuficiente, face à inflação e ao aumento do custo de vida, corresponde a uma importante conquista a que a empresa procurou resistir. Registe-se ainda que na empresa existem muitos trabalhadores de empresas subcontratadas e que nem todos viram aumentados os seus salários, o que constituiu uma inaceitável descriminação que tem de ser ultrapassada.”

O Executivo da Direcção Regional de Leiria do PCP entende também que é necessário pôr fim à precariedade. São centenas os trabalhadores na Crisal que, ano após ano, não veem o seu posto de trabalho assegurado por um contrato de trabalho efetivo com a empresa e que dessa forma adiam a organização e segurança das suas vidas.

O PCP esteve presente, afirmando que é possível outro rumo para os trabalhadores e o país e que os trabalhadores da Crisal podem contar com o seu partido para as lutas que se avizinham pelo aumento geral dos salários, contra a precariedade e a desregulação dos horários, pelas 35 horas para todos. Lutas que são indissociáveis da ação por uma alternativa política, patriótica e de esquerda, ao serviço dos trabalhadores e do povo na qual o PCP terá um papel determinante.

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