Edição: 280

Diretor: Mário Lopes

Data: 2024/3/1

Grupo Remagna Imas vai inaugurar unidades em Rio Maior, Espinho, Viseu e Faro

Rio Maior vai ter clínica com ressonâncias magnéticas abertas para reduzir episódios de claustrofobia

Tecnologia inovadora Fujifilm disponível na rede da ‘Go Open MRI’ traduz-se num equipamento de espaço aberto

O grupo de saúde REMAGNA IMAS vai abrir em 2024 mais quatro clínicas de ressonância magnética aberta, uma tecnologia com design inovador que reduz os episódios de claustrofobia provocados pelos equipamentos tradicionais em túnel de dimensões reduzidas. Para concretizar esta rede, o grupo criou a marca ‘Go Open MRI’ e já tem o primeiro espaço a funcionar em Évora. A próxima clínica será em Rio Maior, com previsão de abertura já para o primeiro trimestre de 2024.

O plano de expansão prevê ainda unidades em Espinho, Viseu e Faro. O objetivo é ter uma rede nacional de clínicas nas cidades capitais de distrito, pela centralidade e necessidade, e noutras cidades cujas particularidades demográficas o justifiquem.

Os equipamentos de última geração são da Fujifilm e têm como finalidade responder a milhares de pessoas a quem os aparelhos convencionais não permitem a realização do exame com o conforto, tranquilidade e segurança necessárias.

“A tecnologia da Fujifilm não só permite fazer ressonâncias magnéticas a pessoas com obesidade mórbida, mas também aos que sofrem de claustrofobia e não conseguem fazer o exame pelo pavor de serem obrigadas a estar 20, 30 minutos num túnel apertado”, afirma Edgar Antunes, COO da Go Open RMI.

A tecnologia inovadora disponível na rede da ‘Go Open MRI’ traduz-se num equipamento de espaço aberto, desenhado para ter uma abertura de 270 graus, reduzindo o risco de ataques de pânico, claustrofobia e os movimentos involuntários provocados pela ansiedade.

Esta é, muitas vezes, a única solução para quem sofre de claustrofobia, tornando desnecessária a administração de sedação quando o diagnóstico depende de uma ressonância magnética. O mesmo acontece nas pessoas com obesidade mórbida, em que o diâmetro do túnel não permite a realização do exame com segurança e o conforto desejáveis.

Apresentando uma nova configuração – a cama desliza para o interior de uma estrutura aberta em 270º em seu redor -, esta tecnologia também permite um acompanhamento mais próximo de um adulto quando o paciente é uma criança. O ruído é outro fator diferenciador, registando valores muito inferiores aos da ressonância magnética em túnel.

“Estamos na vanguarda da investigação, com tecnologias que são úteis às pessoas. A ressonância magnética aberta da Fujifilm faz isso: com a inteligência artificial garantimos diagnósticos de qualidade, seguros, com o máximo de conforto possível para todos”, refere Ricardo Amado, Head of Medical Systems da Fujifilm Portugal.

 

Todas as unidades da ‘Go Open RMI’ foram desenhadas a pensar no conforto e tranquilidade do utente. O espaço onde o equipamento está instalado apresenta uma decoração 360º, com as paredes decoradas com uma imagem panorâmica de uma paisagem da região onde a clínica se encontra. A intenção é que o exame seja realizado no maior conforto possível, desmistificando o preconceito de que uma ressonância magnética tem de ser feita num ambiente hostil.

Isto pode ser já constatado na primeira unidade da ‘Go Open RMI’, inaugurada no final do ano passado em Évora. Além de o equipamento estar numa sala que apresenta o cenário relaxante da planície alentejana, a clínica tem a particularidade de ser energeticamente autossustentável. Um conjunto de painéis solares produz a energia necessária para garantir todo o funcionamento das instalações – algo inédito em Portugal.

Este investimento na energia solar é um reflexo do compromisso ambiental da ‘Go Open RMI’, com visto a diminuir a sua pegada ecológica. Assim, possibilita-se a redução das emissões de gases com efeito de estufa e a redução dos custos energéticos da clínica.

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