Edição: 284

Diretor: Mário Lopes

Data: 2024/7/20

Com 13 nomeações

Alcobaça foi o concelho com mais nomeações nos prémios Porco D'Ouro

Hermínio Rodrigues e

Alcobaça recebeu pela primeira vez, esta sexta-feira 28 de junho, a Gala Porco D’Ouro, promovida pela FPAS – Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores.

O Montebelo Mosteiro de Alcobaça Histórica Hotel foi o local escolhido pela federação para realizar a 7ª edição destes prémios que conta com o apoio do Município de Alcobaça.

Com 13 nomeações, Alcobaça será o concelho do país com mais nomeações num total de 93. Foram entregues 37 prémios em áreas como o Bem-Estar Animal, Sanidade, Biossegurança, Sustentabilidade e Ambiente.

Em destaque estarão também as raças autóctones, com particular destaque para o Malhado de Alcobaça. Com um efetivo reprodutor de 277 porcas, o Malhado está ainda classificado como raça em vias de extinção, mas tem sido recuperada graças ao trabalho conjunto dos produtores e do Município de Alcobaça. Os produtores do Malhado, juntamente com os das raças Bísaro e Alentejano (as 3 espécies suínas autóctones de Portugal), serão distinguidos com o “Prémio Raças Autóctones”.

Na conferência de imprensa de lançamento da Gala, realizada no dia 26 de junho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça Hermínio Rodrigues, classificou a suinicultura como “um setor de extrema relevância para a economia local e que permitiu a muitas gerações de alcobacenses sustentar e educar os seus filhos.”

“O Município de Alcobaça está cada vez mais focado na valorização de todos os setores-chave do nosso território e a suinicultura é seguramente um deles. Estamos também a trabalhar juntamente com os nossos produtores na busca de soluções para a gestão dos efluentes, um trabalho em estreita parceria com FPAS a quem dirijo um agradecimento muito especial”, concluiu.

Para o presidente da FPAS, David Neves, “este é um evento de celebração de quem trabalha todos os dias para a alimentação das famílias portuguesas. Sabemos bem das dificuldades deste setor em Portugal, mas nos últimos anos demos um salto muito significativo em matéria de tecnologia e de recursos humanos. Pretendemos trazer maior notoriedade a este setor que precisa de saber gerir melhor a sua comunicação.”

“Precisamos também de encontrar uma solução conjunta para que se comece a olhar para o efluente suinícola como um recurso e não como um resíduo. O setor primário é um dos mais fustigados em praça pública mas não nos podemos esquecer que este setor tem a uma pegada ambiental muito inferior às grandes indústrias”, frisou.

     Fonte: GCRP|CMA

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